Pesquisadores desenvolveram uma maneira de tornar um cérebro completamente transparente, para poder estudar, em três dimensões, sem dissecção e com todos os neurônios e estruturas moleculares, o que acontece em seu interior.
O estudo foi publicado nesta quarta-feira (10) na revista científica "Nature".
"Nós usamos processos químicos para transformar os tecidos biológicos e reservar sua integridade, tornando-os transparentes e permeáveis a macromoléculas", resumiu em um comunicado Kwanghun Chung, principal autor do estudo.
Esta técnica, batizada de "Clarity" (claridade, na tradução livre do inglês) por seus inventores da Universidade de Stanford, foi utilizada no cérebro de um rato morto e também em um cérebro humano preservado por mais de seis anos. Poderá ainda ser aplicada a outros órgãos, de acordo com o artigo.
Desenvolvida sob a liderança de Karl Deisseroth, psiquiatra e especialista em bioengenharia, esta nova técnica pode revolucionar a compreensão da função cerebral, suas doenças e como afetam o nosso comportamento.
Formado por uma massa de matéria cinzenta e circuitos aninhados, o cérebro é como uma misteriosa caixa preta cheia de circunvoluções. Os cientistas têm procurado há muito tempo desvendar seus mistérios, a fim de entender como ele funciona e por que às vezes não funciona.
Para ver mais claramente, a equipe de Karl Deisseroth procurou simplesmente uma maneira de se livrar de elementos opacos do cérebro. Mas o que faz o cérebro "opaco", impermeável a substâncias químicas e a luminosidade, são os lipídios, ou seja, as gorduras.
O problema é que estas gorduras ajudam a formar as membranas celulares e dão estrutura ao cérebro. E se forem removidas, os tecidos remanescentes se desmancham como um pudim muito aguado. Os pesquisadores de Stanford conseguiram, pela primeira vez, substituir esses lipídios por hidrogel, um gel composto principalmente por água.
Mergulhar e aquecer
A receita parece simples: mergulhar o cérebro intacto na solução de hidrogel e dar tempo para que suas pequenas moléculas penetrem nos tecidos. Em seguida, é só aquecer a 37 °C - a temperatura do corpo humano - por três horas para endurecer a mistura.
Nesta fase, o cérebro e o hidrogel formam uma "estrutura híbrida" que mantém os lipídios no lugar, mas não os aprisiona. Resta extrair os lípidos por meio de uma corrente eléctrica ("eletroforese"). O que resta? Um cérebro transparente mantendo todas as suas estruturas: neurônios, fibras nervosas, interruptores e conexões entre os neurônios, proteínas e etc.
Acreditávamos que se pudéssemos remover os lipídios de maneira não destrutiva, poderíamos fazer penetrar luz e macromoléculas nos tecidos, o que permitiria realizar imagens em 3D, bem como uma análise molecular em 3D de um cérebro intacto", explica Karl Deisseroth.
Acertaram na aposta, porque, a partir do cérebro de rato "clarificado", os pesquisadores conseguiram criar um mapa de todos os circuitos do cérebro, globalmente ou de forma local.
A equipe de Stanford mostrou que injetando e depois apagando marcadores fluorescentes no cérebro, pôde exibir informações que seriam impossíveis de recolher por outros meios: as interações físicas e químicas entre os vários componentes cerebrais.
Uma massa de informações, que deverá ser trabalhada por especialistas em computação de modelagem e de imagens médicas para o desenvolvimento de novas abordagens, a fim de explorá-la, assegura Deisseroth. "O processo Clarity poderia ser aplicado a qualquer sistema biológico, e vai ser interessante ver como os outros ramos da biologia vão usá-lo", concluiu.
FONTE: G1
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Inflação afeta alimentos e orçamento das famílias brasileira, diz estudo
Em 2012, o comércio cresceu 8% em termos reais, acima da inflação.
A disparada da inflação dos alimentos, que afeta principalmente as famílias de menor renda, consideradas o pilar do crescimento do consumo nos últimos tempos, começa a prejudicar as vendas no varejo. O aperto no consumo pode reduzir em até 1,5 ponto porcentual as vendas reais do comércio varejista este ano, revela um estudo do banco Credit Suisse. No ano passado, o comércio cresceu 8% em termos reais, acima da inflação. Para este ano, Nilson Teixeira, economista-chefe do banco e autor do estudo, projeta três cenários para o desempenho das vendas do varejo.
O traço comum entre os cenários é a redução do ritmo de crescimento de vendas na comparação com 2012. Se a inflação anual ficar em 5,6% - cenário mais provável, segundo o economista -, as vendas reais do varejo crescerão 7%. Se a inflação desgarrar e fechar o ano em 6,5%, o varejo terá expansão de 6,5%. No caso de a inflação ficar no centro da meta de 4,5%, a hipótese mais remota, o varejo crescerá 7,5%. "Crescimento real de 7% nas vendas ainda é um ritmo muito expressivo", pondera Teixeira. Mas ele enfatiza que o aumento recente da inflação ao consumidor muito associado à expressiva alta de preços dos alimentos "eleva o risco de uma desaceleração das vendas no contexto do ritmo menor do aumento do salário mínimo em 2013 ante 2012".
uanto maior a inflação dos alimentos, pior o consumo das famílias de menor renda porque sobra menos dinheiro no bolso para compra de outros itens, diz Teixeira. O estudo traduz em números o impacto da inflação dos alimentos para os diferentes estratos sociais. Em 12 meses até fevereiro, a inflação de alimentos medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, indicador oficial da inflação) foi de 8,1% para as famílias com renda média mensal de R$ 830. No mesmo período, a inflação de alimentos e bebidas para as famílias com renda superior a R$ 10.375 acumulou alta de 6,6%. Teixeira explica que o impacto da inflação dos alimentos é maior entre as famílias mais pobres porque elas gastam mais que o dobro (32%) do seu orçamento com comida e bebida comparado com o desembolso das famílias mais ricas (15%) com esses mesmos produtos.
Com o orçamento mais apertado, as famílias estão cautelosas. Pelo 3.º mês seguido, o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) da Fecomercio-SP encerrou março com queda de 4,3% ante fevereiro. Segundo o assessor econômico da entidade, Guilherme Dietze, a retração foi influenciada principalmente pelo pessimismo do consumidor sobre a sua renda atual, afetada pelo aumento da inflação.
Fonte: Estadão
A disparada da inflação dos alimentos, que afeta principalmente as famílias de menor renda, consideradas o pilar do crescimento do consumo nos últimos tempos, começa a prejudicar as vendas no varejo. O aperto no consumo pode reduzir em até 1,5 ponto porcentual as vendas reais do comércio varejista este ano, revela um estudo do banco Credit Suisse. No ano passado, o comércio cresceu 8% em termos reais, acima da inflação. Para este ano, Nilson Teixeira, economista-chefe do banco e autor do estudo, projeta três cenários para o desempenho das vendas do varejo.
O traço comum entre os cenários é a redução do ritmo de crescimento de vendas na comparação com 2012. Se a inflação anual ficar em 5,6% - cenário mais provável, segundo o economista -, as vendas reais do varejo crescerão 7%. Se a inflação desgarrar e fechar o ano em 6,5%, o varejo terá expansão de 6,5%. No caso de a inflação ficar no centro da meta de 4,5%, a hipótese mais remota, o varejo crescerá 7,5%. "Crescimento real de 7% nas vendas ainda é um ritmo muito expressivo", pondera Teixeira. Mas ele enfatiza que o aumento recente da inflação ao consumidor muito associado à expressiva alta de preços dos alimentos "eleva o risco de uma desaceleração das vendas no contexto do ritmo menor do aumento do salário mínimo em 2013 ante 2012".
uanto maior a inflação dos alimentos, pior o consumo das famílias de menor renda porque sobra menos dinheiro no bolso para compra de outros itens, diz Teixeira. O estudo traduz em números o impacto da inflação dos alimentos para os diferentes estratos sociais. Em 12 meses até fevereiro, a inflação de alimentos medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, indicador oficial da inflação) foi de 8,1% para as famílias com renda média mensal de R$ 830. No mesmo período, a inflação de alimentos e bebidas para as famílias com renda superior a R$ 10.375 acumulou alta de 6,6%. Teixeira explica que o impacto da inflação dos alimentos é maior entre as famílias mais pobres porque elas gastam mais que o dobro (32%) do seu orçamento com comida e bebida comparado com o desembolso das famílias mais ricas (15%) com esses mesmos produtos.
Com o orçamento mais apertado, as famílias estão cautelosas. Pelo 3.º mês seguido, o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) da Fecomercio-SP encerrou março com queda de 4,3% ante fevereiro. Segundo o assessor econômico da entidade, Guilherme Dietze, a retração foi influenciada principalmente pelo pessimismo do consumidor sobre a sua renda atual, afetada pelo aumento da inflação.
Fonte: Estadão
terça-feira, 9 de abril de 2013
Homem se passa por funcionário do MEC e aplica golpe em escolas do PI
Um golpista está atuando em escolas públicas do interior do Estado oferecendo notebooks a preço de R$ 200,00 a R$ 500,00. Ele se passa por funcionário do Ministério da Educação. O estelionatário já aplicou golpes em professores dos municípios de Altos, Boa Hora e cidades da região.
Ele se identifica como Paulo César Porto Sousa e passa por responsável para instalação da sala de informática. A Polícia de Altos abriu inquérito para apurar o caso. Uma das vítimas fez a foto do suposto golpista e entregou a polícia.
Segundo professores, que não querem se identificar, Paulo César chega à escola dizendo que será o responsável pela instalação da sala de informática a pedido do Governo Federal e vai envolvendo os docentes em uma conversa sobre os aparelhos que serão instalados.
Uma professora de Altos foi lesada em R$ 400. “Depois de olhar a sala, ele volta à sala dos professores e começa a oferecer notebooks por R$ 500, dizendo que são sobras de escolas que foram fechadas e que não teria sentido ele retornar com os aparelhos. Mas, você tem que dá o dinheiro logo, antes de ele entregar o computador. Por conta disso um dos professores começou a estranhar e perguntar pelos aparelhos, que ele dizia levar junto com os que seriam instalados na escola”, explicou uma professora de escola pública de Altos.
Ela informou que como os professores disseram não ter dinheiro no momento, ele focou em apenas uma, oferecendo um notebook por R$ 200 e mais a impressora. Dela, Paulo César conseguiu levar R$ 400.
O professor que desconfiou da atitude conseguiu tirar fotos e anotou a placa do carro. “Fomos à delegacia e o delegado checou a placa e viu que era clonada de um Pálio. Então fomos até a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para denunciá-lo e vamos à Polícia Federal já que ele se identificou como funcionário federal”, afirmou a docente.
Paulo César Porto Sousa usa um crachá do governo federal e diz que é de Goiânia e chega às cidades com todas as informações sobre as escolas e os professores, por isso o medo delas em se identificarem. “Graças a Deus só uma deu o dinheiro, mas a conversa é muito bonita e envolvente. Eu que vejo isso todos os dias na televisão e mesmo assim eu cai, se não fosse o professor ele tinha levado mais dinheiro nosso”, acrescenta a docente.
Falta de Segurança
A professora reclama da falta de segurança nas escolas públicas do Piauí, que em muitas não há vigias e por isso o acesso de pessoas estranhas facilmente. “No final de semana ele esteve em Caxias, mas não entrou porque o vigia não deixou. Em Boa Hora ele entrou e em Altos também. Ele só ia sair quando conseguisse alguma coisa e se ele tivesse armado? Porque anda com uma bolsa preta que não deixa ninguém chegar perto! Ficamos a mercê dentro da escola”, destacou a professora.
Policiais da Delegacia de Altos estão investigando o caso e solicitam que quem tiver informações sobre Paulo César que ligue para o distrito: (86) 3262-2045.
Fonte: cidadeverde
Ele se identifica como Paulo César Porto Sousa e passa por responsável para instalação da sala de informática. A Polícia de Altos abriu inquérito para apurar o caso. Uma das vítimas fez a foto do suposto golpista e entregou a polícia.
Segundo professores, que não querem se identificar, Paulo César chega à escola dizendo que será o responsável pela instalação da sala de informática a pedido do Governo Federal e vai envolvendo os docentes em uma conversa sobre os aparelhos que serão instalados.
Uma professora de Altos foi lesada em R$ 400. “Depois de olhar a sala, ele volta à sala dos professores e começa a oferecer notebooks por R$ 500, dizendo que são sobras de escolas que foram fechadas e que não teria sentido ele retornar com os aparelhos. Mas, você tem que dá o dinheiro logo, antes de ele entregar o computador. Por conta disso um dos professores começou a estranhar e perguntar pelos aparelhos, que ele dizia levar junto com os que seriam instalados na escola”, explicou uma professora de escola pública de Altos.
Ela informou que como os professores disseram não ter dinheiro no momento, ele focou em apenas uma, oferecendo um notebook por R$ 200 e mais a impressora. Dela, Paulo César conseguiu levar R$ 400.
O professor que desconfiou da atitude conseguiu tirar fotos e anotou a placa do carro. “Fomos à delegacia e o delegado checou a placa e viu que era clonada de um Pálio. Então fomos até a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para denunciá-lo e vamos à Polícia Federal já que ele se identificou como funcionário federal”, afirmou a docente.
Paulo César Porto Sousa usa um crachá do governo federal e diz que é de Goiânia e chega às cidades com todas as informações sobre as escolas e os professores, por isso o medo delas em se identificarem. “Graças a Deus só uma deu o dinheiro, mas a conversa é muito bonita e envolvente. Eu que vejo isso todos os dias na televisão e mesmo assim eu cai, se não fosse o professor ele tinha levado mais dinheiro nosso”, acrescenta a docente.
Falta de Segurança
A professora reclama da falta de segurança nas escolas públicas do Piauí, que em muitas não há vigias e por isso o acesso de pessoas estranhas facilmente. “No final de semana ele esteve em Caxias, mas não entrou porque o vigia não deixou. Em Boa Hora ele entrou e em Altos também. Ele só ia sair quando conseguisse alguma coisa e se ele tivesse armado? Porque anda com uma bolsa preta que não deixa ninguém chegar perto! Ficamos a mercê dentro da escola”, destacou a professora.
Policiais da Delegacia de Altos estão investigando o caso e solicitam que quem tiver informações sobre Paulo César que ligue para o distrito: (86) 3262-2045.
Fonte: cidadeverde
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Referência na UNB, piauiense Chico Livreiro vira destaque no Fantástico Chico trabalhou desde criança como vendedor de jornais até se tornar um livreiro famoso
Ele saiu do Piauí para Brasília em pau de arara. Trabalhou desde criança como vendedor de jornais. Foi lendo as letrinhas miúdas todos os dias que encontrou sua paixão: a literatura. Hoje, o Chico é dono de uma das livrarias mais famosas na cidade. E há 38 anos, conquista fãs na Universidade de Brasília por sua sabedoria e pela vontade de compartilhar conhecimento.
Para a filha, ele vive no mundo da lua. “Ele sonha muito alto. A mente dele vai além do que ele pode”, observa a estudante Bruna Carvalho.
Para a mulher, uma ideia fixa o governa. “Ele dorme pensando em livros, acorda pensando em livros, almoça pensando em livros e sonha com os livros”, conta a dona de casa Cláudia Maria Carvalho.
Para os alunos da Universidade de Brasília, é um ídolo. Para os professores, uma celebridade.
Afinal, quem é? O que quer Francisco Joaquim de Carvalho?
“Conceituar o mundo através da leitura, do trabalho com os livros, sabe?”, responde o livreiro.
Um menino pobre que veio do Piauí. Só a viagem para Brasília já daria um livro. “Saíram meus oito irmãos. A gente veio de pau de arara”.
Trabalhou desde garoto nas ruas da capital. “Comecei a vender jornal”. Todo mundo estranhava. Um jornaleiro que lia o jornal inteiro antes de entregá-lo?
“Eu comecei a entender um pouco do mundo através dos jornais e das revistas”, diz.
Como se o mundo dos jornais fosse um estágio para o universo dos livros. “Acho que já tinha uma proposição na vida de ser um livreiro, de trabalhar com livro. Pra mim, acho que é uma predestinação”.
E parece até que já estava escrito: o ex-jornaleiro foi vender livros na universidade.
O Chico só conseguiu concluir o ensino médio. Mas poucos têm tanto tempo de universidade quanto ele. Em 38 anos de UNB, o livreiro que nunca fez faculdade ajudou gerações e gerações de universitários que encontraram um atalho para o conhecimento na Livraria do Chico.
Eis o território do Chico Livreiro. “Tem a sua tradição; o seu espaço aqui que é praticamente sagrado”, diz o estudante Luís Cristóvão Lima.
Esgotado? Desconhecido? Impossível? O Chico acha.
“A gente fala o nome do livro e ele conhece até a editora”, conta a estudante Priscila de Luna.
“Ele é do tipo do livreiro antigo, que conhece todas as edições, sabe exatamente localizar o livro que você precisa”, elogia o professor da UNB Gustavo de Castro.
Não se engane com a aparência de caos. “O Chiquinho conhece isso aqui na palma da mão. E não é de agora. Olha, eu estudei na UNB em 1985!”, lembra a artista plástica
Maria de Lourdes da Costa e Silva.
Um hábito dos tempos de jornaleiro: sair catando leitores pelo caminho. Perambular pelos corredores da UNB deu a Chico a grande oportunidade que ele esperava: conviver com escritores e intelectuais.
“Todos os pensadores que iam na universidade, eu pegava autógrafo. Eu tenho do Moacyr Scliar, do Ariano Suassuana, do carteiro e o poeta: Antonio Skármeta”.
De Cora Coralina, famosa escritora goiana, a dedicatória é quase um poema. “Seja você sempre robusto e de boa sombra, como o Carvalho do seu nome. Cora Coralina”.
A maior emoção da vida: dois dedos de prosa com o Nobel de literatura José Saramago num corredor da UNB.
“Conversou bem pouquinho, mas já foi o bastante pra mim, pra ficar feliz para o resto da vida, sabe?”
E uma predileção confessa: “Eu adoro Paulo Leminski!”.
Gostar de ler dá a Chico a segurança da indicação correta. Seja para quem gosta de biografia, seja para quem gosta de filosofia.
A fórmula? O segredo? “É um dom!”.
Além, obviamente, da imensa popularidade de Chico Livreiro.
Ele é mais conhecido do que o reitor na UNB? “Até porque o reitor passa, e ele permanece”, responde o professor da UNB Antônico Miranda.
Porque o que fica é o desejo de compartilhar com os outros a força da criação humana.
“Você só existe na vida através da leitura, do conhecimento, da saúde e do amor ao próximo. Acho que até o último segundo da minha existência eu vou trabalhar com livro, prestar serviço para as pessoas e para a humanidade”, afirma Chico.
Fonte: 180graus/fantástico.
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